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Como desenvolver prontidão verbal com técnicas práticas

Homem em fato fala enquanto está sentado numa cafeteria com caderno e telemóvel à frente.

Quer seja numa reunião, num jantar de família ou numa conversa no WhatsApp: alguém atira uma boca, ficas por instantes sem palavras - e depois irritas-te com o teu próprio silêncio. Um especialista em presença e comunicação explica como se pode construir, passo a passo, a capacidade de responder depressa e com inteligência. Quatro técnicas ajudam a manter a calma no momento decisivo, a encontrar a resposta certa e a parecer confiante, em vez de agressivo ou demasiado submisso.

Porque a prontidão verbal hoje é quase obrigatória

Responder com prontidão verbal não serve apenas para proteger o orgulho. Está em causa a afirmação pessoal, o respeito e a credibilidade. Em debates, em negociações, mas também em conversas do dia a dia, muitas vezes é a primeira frase espontânea que determina a imagem que os outros formam de ti: inseguro, apanhado de surpresa - ou claro e seguro.

O que a prontidão verbal não é

"Prontidão verbal não é destruir os outros. É defenderes-te com inteligência, sem arruinar a conversa."

O coach de comunicação em que se baseia este artigo sublinha que as respostas espontâneas são uma forma especial de discurso. Não há tempo para preparação: tens de ouvir o que a outra pessoa disse, interpretar, e ao mesmo tempo pôr as emoções em ordem. É precisamente esta simultaneidade que torna a prontidão verbal tão exigente - e é também por isso que treinar compensa.

Primeira técnica: ganhar tempo e visão com perguntas

A regra mais importante parece simples demais: não disparar de imediato. Quem consegue criar um pequeno intervalo, responde de forma mais acertada. Uma das maneiras mais elegantes de o fazer é devolver uma pergunta.

Em vez de entrares logo na defensiva, podes, por exemplo:

  • pedir que afirmações pouco claras sejam concretizadas.

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