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Altos e Baixos: Pedro Moreira, Miguel Stilwell de Andrade, Fernando Cunha e Álvaro Santos Pereira

Quadro de cortiça com fotos de homens, gráficos, computador portátil, jornal e chávena numa mesa.

Altos

Pedro Moreira

Presidente da CP - Comboios de Portugal

Em 2025, a CP registou um aumento muito expressivo dos lucros - 166%, para €4,8 milhões - e, em paralelo, viu o número de passageiros subir até um máximo histórico, com cerca de 208 milhões. Em conjunto, estes indicadores sugerem que a empresa atravessa uma fase positiva. O passe ferroviário verde também contribuiu para este desempenho: desde outubro de 2024 foram vendidos um milhão de passes, gerando uma receita superior a €20 milhões. Ainda assim, a forte adesão alimentou um crescente foco de queixas entre os passageiros, que se deparam com dificuldades em viajar devido ao salto na procura.


Miguel Stilwell de Andrade

Presidente executivo da EDP

Com o segundo mandato de Donald Trump, a incerteza instalada no setor das energias renováveis nos EUA tem levado ao cancelamento de alguns projetos. Foi neste contexto que, esta semana, a EDP comunicou ter recuperado cerca de €170 milhões depois de desistir de dois projetos eólicos no mar, evitando, desse modo, potenciais litígios. No entanto, o grupo deverá aplicar um montante semelhante em projetos energéticos mais alinhados com as preferências do Governo norte-americano.


Fernando Cunha

Presidente executivo da Beyond Composite

A Beyond Composite passou a ser a única empresa portuguesa integrada no programa europeu de referência para o desenvolvimento de veículos blindados terrestres, conhecido como projeto Famous 3. A iniciativa reúne 43 entidades de 15 países e dispõe de um orçamento de €115 milhões. Controlada pela família Azevedo (dona da Sonae), a empresa ajudará a substituir o aço por compósitos avançados, permitindo reduzir de forma significativa o peso dos veículos.

Baixos

Álvaro Santos Pereira

Governador do Banco de Portugal

Após o episódio relacionado com a análise publicada nas redes sociais sobre o negócio da restauração - que desencadeou críticas por parte do setor -, o governador do Banco de Portugal voltou a ocupar as notícias. Desta vez, o motivo foi a compra, já enquanto governador, de ações da Galp e da Jerónimo Martins em Bolsa. Segundo o “Público”, o investimento foi apreciado pelo Banco Central Europeu, que determinou a reversão das transações, uma vez que as regras impedem que altos responsáveis da banca central da zona euro realizem operações com ações.

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